quinta-feira, 6 de outubro de 2011

 

‎25º aniversário - Agrupamento 801 Valverde -

Para assinalar o 25º Aniversário o Agrupamento 801 vai realizar, no próximo dia 30 de Outubro de 2011 um almoço convívio para toda comunidade escutista (actuais e antigos escuteiros, família e amigos).
Todos os interessados devem fazer a sua inscrição e o respectivo pagamento até dia 22 de Outubro na sede do Agrupamento 801 (sábados das 17h00 até as
19h30 e terças-feiras das 20h30 até as 22).
O nome do Restaurante onde se irá realizar o almoço do 25º Aniversário do Agrupamento 801 Valverde é: Restaurante Quinta Vale Jardim (R. Belo Jardim
Alcanceria
6230-050 ALDEIA NOVA DO CABO)
Preço de inscrição – 12.50€

Traz o teu ultimo lenço e vem comemorar 25 Anos em Missão
.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Caros Pioneiros

È tempo para um novo e grande empreendimento, o XIX ACAREG da Região Guarda, este aproxima-se a passos largos, e esperando sinceramente que este venha a ser o culminar de um grande ano escutista para todos nós. A secretaria regional, está empenhada em criar uma actividade, que perdure, nas vossas lembranças por muito e longos anos, mas para isso é também necessário que possamos contar com todos.
Nós não nos esquecemos, que PIONEIRO é aquele que, depois da descoberta do mundo que o rodeia, é assolado por um sentimento de insatisfação, de um ímpeto de fazer diferente, de mudar, de inovar, que o leva a soltar-se do que considera supérfluo para pôr mãos à obra na construção e concretização do seu sonho, das suas ambições. E è por tudo isto, que queremos que este seja o melhor Regional de sempre, e que fazemos o sentido apelo a que agarrem neste empreendimento como vosso, nosso e de todos os outros escutas da nossa Região. Vocês deram já inúmeras provas que se preocupam em conhecer o que há, em saber o que já foi feito por outros, em conhecer e melhorar as vossas próprias capacidades, e nós estamos aqui também para conjuntamente com os vossos chefes vos ajudar a ficarem dotados das ferramentas de que precisam.
Espero que Reúnam, a seguir, as vontades para este empreendimento. O Pioneiro prefere trabalhar em equipa, em conjunto, e o vosso querer e o dos outros, será capaz de, realmente, transformar, inovar e construir. O Pioneiro é o insatisfeito, o que primeiro inova e primeiro constrói a comunidade. Por isso esperamos contar com TODOS OS PIONEIROS, para mais uma vez nos superemos, para mais uma vez marcarmos a diferença, para mais uma vez construirmos algo melhor, que nos ajude a reforçar laços e que desses laços, surja uma grande Força Azul, que são todos os Pioneiros da nossa região, vamos lá mostrar do que somos capazes. Porque tenho a certeza de que todos juntos iremos aprender e reforçar conhecimentos, e que da nossa vontade transformaremos o sonho em realidade. Para isto, não podemos estar sozinhos, esta vontade tem que ser colectiva, porque é no grupo e com o grupo que conseguiremos concretizar as nossas aspirações. É, assim, em comunidade, no Empreendimento, que atingimos o culminar do nosso crescimento, a capacidade de construção dos sonhos e a experiência adquirida ao longo de todo um processo, são o legado que transportareis convosco aquando da partida para uma nova fase.
Bom para não nós alongarmos.
Nos próximos dias, e tendo em conta que, todos vós, estão numa fase complicada em termos lectivos, julgámos ser importante, que comecem desde já a receber informação. para que possam organizar-se e preparar-se de forma, atempada e adequada para o XIX ACAREG da Região da Guarda. Será enviado a todos os Guias, uma mensagem SMS com a notificação do envio de informação para os respectivos emails (guias que nos tenham facultados os respectivos emails e telefones), sendo que será também enviada esta mesma informação para cada agrupamento. Mais uma vez solicitamos, que todos aqueles que ainda não tenham facultado os contactos (email e telefone), que o façam com a maior brevidade possível. Agradecemos ainda, que os chefes das equipas de animação nos façam também chegar os seus contactos.

Uma forte canhota a todos

Nuno Couto
Caracal Adormecido

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010


Acreditando no Ano Novo
É ousar e acreditar Acreditar nos sonhos e saber Que somos capazes de realizá-los É acreditar no Encanto e na Magia da Vida E ouvir sempre a voz do coração Pois lá, no santuário do coração Reside o Encanto e a Magia da Vida! Viver É buscar a harmonia de dentro para fora É sentir no coração...

Feliz 2011

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

historia de natal:Natal e os reis magos


Os três Reis Magos


Após o nascimento de Jesus, segundo o Evangelho de São Mateus, surgem os Reis Magos provenientes do Oriente, que o visitaram em Belém guiados por uma estrela.
Esta denominação de «Mago», tem conotação de sapiência entre os Orientais ou designa ainda astrólogos, deduzindo-se inicialmente que seriam Astrólogos eruditos. Isto pensa-se por se contar que terão avistado uma estrela que os terá guiado até onde Jesus nasceu. Terão chegado até Cristo a 6 de Janeiro, data que actualmente se comemora o «Dia de Reis».
O nome de «Reis» fora colocado com base na aplicação liberal do Salmo 71,10 realizada pela Igreja. Não há informação de quantos seriam e os seus nomes, existem sim apenas suposições e algumas pinturas dos primeiros séculos, aparecendo dois, quatro e doze «Magos».
Após o Evangelho terão sido atribuídos os nomes dos «Reis»; Baltasar, representante da raça africana ; Belchior, representante da raça europeia e Gaspar que representava a raça asiática, representando todas as raças conhecidas até à data, simbolizando a homenagem de todos os Homens da Terra a Jesus.
Pelo número de prendas deduziu-se quantos seriam, pois ofereceram três presentes, ouro (Belchior), incenso (Gaspar) e mirra (Baltasar). As prendas têm uma simbologia, pois o ouro era somente oferecido a Reis, perfazendo a sua nobreza; o incenso, representa a divindade e a mirra, simboliza Jesus como Homem e o sofrimento que iria ter ao longo da sua vida.
Sendo países tradicionalmente católicos, Espanha e Itália são os países que maior importância e simbolismo atribuem a esta tradição.
As crianças espanholas e italianas celebram o Natal como todas as outras mas têm de esperar pelo dia de Reis, 6 de Janeiro, para receber as tão desejadas prendas.

A Árvore de Natal


Já todos estamos habituados a que, por volta de Outubro, surjam por toda a parte as decorações de Natal.
Talvez seja este ambiente que nos lembra que temos de decorar a Árvore de Natal que temos na arrecadação a ganhar pó, há quase um ano.
Seja como for, entre Outubro e Novembro, quase todos os portugueses colocam na sua sala um pinheiro ou abeto, - artificial claro, porque os verdadeiros são proibidos - decorado com bolas coloridas e luzes «psicadélicas», com um anjo ou uma estrela bem no alto.

Mas de onde vem esta tradição?

Já existiam na Roma Antiga, árvores decoradas com pequenas peças de metal, durante a época da Saturnalia, o festival de Inverno em honra de Saturno, deus da agricultura. Muitos acreditam aliás, que o 25 de Dezembro foi «escolhido» para a data do nascimento de Jesus, para se apoderar sobre os costumes pagãos.
Na idade média, no dia 24 de Dezembro de cada ano, era costume decorar uma árvore com maças à qual chamavam de «Árvore do Paraíso», numa clara alusão a Adão e Eva.

As árvores mais modernas, surgiram em meados do século XVI, na região da Alsácia (Salsburgo, Alemanha). As árvores eram compradas em mercados e levadas para casa mas expostas ainda sem quaisquer ornamentos decorativos.
É exactamente dessa região alemã que provém o registo mais antigo de uma árvore de Natal decorada. O registo pertence a um diário de 1605, onde a árvore aparece adornada com rosas de papel, maçãs e doces.
Por volta de 1610 surgiram as primeiras fitas para as árvores de Natal. Feitas de prata, prensadas em máquinas especiais para ficarem finas e maleáveis, foram usadas com este material até meados dos séc. XX, altura em que foram substituídas pelas de plástico.
Algures por volta de 1846, foi atribuído ao Príncipe Alberto, marido da Rainha Vitória de Inglaterra, o crédito por ter levado para o Castelo de Windsor a primeira árvore de Natal decorada.
Contudo, alguns historiadores relatam que a Rainha Charlotte, avó de Victória, havia reportado lembranças da existência de uma árvore de Natal nos aposentos da Rainha em Windsor, por volta de 1800.
A popularidade da Rainha Victória fez com que, ao sair uma foto da família real junto a uma árvore de Natal decorada, no Illustrated London News, depressa pegasse junto dos seus súbditos e se espalhasse não só pela ilha, mas também pelas colónias americanas.

historia de natal:natal e o presepio


História do Presépio

O presépio é hoje em dia um dos grandes símbolos religiosos, que retrata o Natal e o nascimento de Jesus.
Há quem refira que o presépio provém do século terceiro, onde peregrinações eram feitas à gruta onde Jesus nasceu.
Representações artísticas surgiram no século a seguir como pinturas, frescos entre outros, mas a data de 1223 é para muitos o início desta tradição.
São Francisco de Assis será então o autor do presépio, pois nesse ano, festejou o Natal na floresta de Greccio, levando consigo animais como, bois, vacas, burros, de forma a retratar o que tinha acontecido nessa noite aos seus cidadãos, expandindo o interesse das pessoas por retratar o Natal.
No século XV, com o culminar de um grande interesse pela data, criaram o presépio como hoje o conhecemos, deixando para trás as pinturas das igrejas.
O presépio tem como principal característica, a mobilidade: todas as peças podem mover-se e serem vistas de vários ângulos, dando liberdade para individualmente recriar o seu próprio presépio.
No século seguinte surge o primeiro particular a tê-lo em casa, na propriedade da Duquesa de Amalfi. A partir do século XVIII, a tradição insere-se em toda a Península Ibérica alastrando-se por toda a Europa.
Actualmente é um costume de inúmeras culturas que marca o Natal, existindo presépios para todos os gostos, desde miniaturas a personagens em tamanho real, e muitas vezes uma representação humana do acontecimento

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Um bem seu, podera ser o sonho de alguem!!

Aos gestos do coração, uma recompensa de Deus. Qualquer bem doado será bem-vindo e eternamente agradecido com um Sorriso Sincero e Alegre de todas as Crianças que tem todo o direito de continuarem a ser Felizes.

Obrigado! Contamos convosco!
Forte Canhota

Historia do natal


Lendário distribuidor de prendas do Natal, um homem gorducho e bonacheirão de farta barba branca trajado de um fato vermelho com orlas brancas, e conduzindo pelo espaço um trenó puxado por oito renas carregado de brinquedos. O Pai Natal ( também chamado St Nicholas, St Nick ou Santa Claus), assim reza a história, visita todas as casas na noite de Natal descendo pela chaminé para deixar presentes na arvore, peúgas ou sapatos de todas as crianças bem comportadas. Embora esta imagem que nos é familiar do Pai Natal tenha sido introduzida nos Estados Unidos a partir da Holanda no século XVII, e em Inglaterra a partir da Alemanha no meio do século XIX, as suas raízes remontam ao antigo folclore Europeu e influenciaram as celebrações do Natal no mundo inteiro.
St Nicholas foi um bispo da Ásia Menor do século IV referenciado precocemente quanto às lendas de Natal por salvar marinheiros das tempestades, defender crianças e oferecer generosas prendas aos mais pobres. Embora muitas das “histórias” de Nicholas sejam de autenticidade duvidosa ( como entregar um saco de ouro deixando-o cair pela chaminé ) o que é certo é que a lenda correu a Europa dando-lhe um papel de tradicional “ dador“ de prendas.

O dia de St Nicholas, em que se recebiam as prendas, era originalmente celebrado a 6 de Dezembro mas, depois da Reforma, os protestantes Germânicos deram especial ênfase ao Christkindl (Menino Jesus) como sendo o “dador de prendas” no dia da Sua própria festa a 25 de Dezembro. Quando a tradição de Nicholas prevaleceu ficou colada ao próprio Natal. ( Em 1969 por a vida do Santo estar escassamente documentada, o Papa Paulo VI ordenou que a festa de St Nicholas fosse retirada do calendário oficial Católico Romano. )

Outros “dadores de prendas” de Natal no folclore Europeu como o Père Nöel em França, Julenisse na Escandinávia, Father Christmas em Inglaterra e o nosso Pai Natal estão tenuamente relacionados com St Nicholas.

Todos os anos na época do Natal em muitos lugares do mundo, anúncios, cartões de boas festas, decorações sazonais e a presença de pessoas vestidas de Pai Natal documentam a lenda moderna de Santa Claus (Pai Natal). Crianças de todo o mundo escrevem cartas ao Pai Natal e na noite de Natal, algumas, deixam-lhe comida e bebida para uma rápida merenda a quando da sua passagem.

Apesar do prazer nostálgico com que muitos adultos vêem o acreditar das crianças no Pai Natal, a ideia do santo “dador de prendas” tem actualmente alguns detractores. A maioria das pessoas vê o Pai Natal como uma maneira meramente disfarçada do espirito de dar, e aceita a inevitável descoberta das crianças sobre o misticismo do Pai Natal como um ritual de passagem para o mundo adulto. Outros argumentam que a história do Pai Natal colide com o verdadeiro significado do Natal promovendo meramente a ganância e o “comercialismo”. Para reconciliar a história do Pai Natal com o significado religioso do Natal, alguns Cristãos recordam-nos que as caracteristicas modernas derivam de lendas de um antigo santo cuja vida foi um símbolo de amor, carinho e generosidade.





continuação

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Scout What we are

este vídeo, descreve o que é o escutismo, com todas as sua opinioes,mesmo as dequem não sabe o que é o movimento e o que faz num mundo onde o cinzento existe esta muito implantado


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

1 actividade do agrupamento 801 de valverde:acampamento de inverno

Realizou-se no 10 e 11 de Novembro, a primeira actividade do agr.801 de Valverde. Actividade essa que era para ser em regime de acampamento, mas por motivos climatéricos teve de ser em acantonamento, no Parque de campismo do Fundão.
esta actividade tinha como fundo, dar as boas-vindas aos novos elementos e também para ficarem a conhecer os elementos mais velhos.
Durante, a actividade houve tempo, para a realização de pequenas actividades, uma caminhada em redor do local.Assim como uma visita ao chapimovel.
No final da actividade, houve um a aspecto negativo: a chuva que se abateu no sábado a noite, que fez alterar o cancelar o fogo-de-conselho.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Escutismo e a ciencia

Sabias que:




Investigadores britânicos estudaram espécie de gafanhoto da fauna europeia e mediterrânica, que também existe em Portugal, e descobriram que, proporcionalmente, o Platycleis affinis tem os maiores testículos do reino animal. Constituem 14 por cento da sua massa corporal total
É uma espécie de gafanhoto comum da fauna europeia e mediterrânica, incluindo de Portugal, e detém um curioso recorde: o da criatura que, proporcionalmente, possui os maiores testículos do reino animal. Na verdade, constituem 14 por cento de toda a sua massa corporal. Num homem, isso equivaleria a 10 quilos.
Este gafanhoto, cujo nome científico é Platycleis affinis, foi descrito ainda no século XIX, mas foi uma equipa britânica que verificou agora esta particularidade destes gafanhotos.
"Não se acredita na dimensão dos seus órgãos. Dão a impressão de preencher todo o abdómen", explicou Karim Vahed, especialista em ecologia comportamental da Universidade de Derby e um dos autores do estudo publicado hoje no Royal Society Journal.
Para poder fazer uma análise comparativa, a equipa estudou uma série de outras espécies de gafanhotos, confirmando o dito recorde. Enquanto no Platycleis affinis um só testículo pesa 70 miligramas, não há nada comparável nas outras 20 espécies estudadas. A que aparece em segundo lugar, em relação a este parâmetro, tem testículos em que cada um pesa apenas 2,7 miligramas.
Mas em que se reflecte esta generosa dimensão, do ponto de vista da eficácia da reprodução?
A resposta parece estar no grande número de fêmeas que este gafanhoto pode fecundar durante a sua época reprodutiva, sem esgotar o esperma.
No entanto, e contrariamente a uma regra geralmente aceite na evolução das espécies, este insecto não produz mais esperma de cada vez que fecunda uma fêmea.
Sabe-se que nas espécies em que as fêmeas têm vários parceiros, os testículos do macho são tendencialmente mais volumosos. Isso permite, nomeadamente, ao macho que produz mais esperma ter uma vantagem sobre os seus rivais, já que tem mais probabilidades de ser o seu esperma a fecundar a fêmea.
Mas no caso do Platycleis affinis, cujas fêmeas têm em média 23 parceiros ao longo dos seus dois meses de vida adulta, verifica-se que os machos com os maiores testículos são os produzem menos esperma a cada ejaculação. A vantagem é que podem ter maior número de ejaculações

Champimóvel

Champimóvel
Em 10 de Abril 2008 “O futuro da ciência” chegou a Portugal!!

Pela primeira vez, as crianças da Península Ibérica têm a oportunidade de fazer uma viagem inédita, uma excursão interactiva através do corpo humano. É uma experiência única! O “Champimóvel” da Fundação de Champalimaud é uma experiência tri-dimensional, interactiva e móvel com base num filme que transporta tecnologia de ponta cientifica-médica para o coração e a mente das crianças com idades entre os 9 aos 14 anos. O anfitrião desta viagem, o"Champi", guia o espectador através do corpo humano a fim de testemunhar os problemas mais relevantes e mais contemporâneos na ciência médica tais como as células estaminais , nanotecnologias, DNA e a terapia genética.
O Champimóvel é um dos conceitos mais originais da ciência educativa e despertará a curiosidade científica em milhares de jovens. Como experiência tri-dimensional e interactiva, os estudantes imergem no funcionamento do corpo humano ao nível microscópico. A sua descoberta dos temas científicos subjacentes é feita de forma natural e agradável. Além disso, sendo uma exposição itinerante, o Champimóvel permite levar a ciência até às crianças, independentemente da área da sua escola ou de onde vivem A ciência é para todos e a Fundação Champalimaud proporciona esta fantástica aventura percorrendo Portugal e Espanha.
As crianças portuguesas tiveram seu primeiro contacto com o Champimóvel em 10 de Abril 2008 durante a sua inauguração em Lisboa. Durante esta sessão inaugural, acompanhada por membros do Conselho de Administração da Fundação, trinta e cinco crianças da área de Lisboa experimentaram a fantástica sensação de viajar através do corpo humano com o Champimóvel. Nesta ocasião foi também assinado um acordo entre a Fundação Champalimaud e o Ministério da Educação que permite o acesso do Champimóvel a todas as escolas de Portugal. Depois do lançamento em Lisboa, o Champimóvel partirá para o distrito de Vila Real onde começará a sua excursão pelas escolas de todo o país.


O Champimóvel estará na Praça do Município dias 13 e 14 de Novembro (aberto à população em geral) e 15 a 17 apenas para alunos dos 6º e 9º do concelho do Fundão. Podendo os outros alunos dos vários anos lectivos visitar o Champimóvel nos dias 13 e 14 de Novembro em grupos de 17 0u 19 pessoas, tendo marcar (preenchendo a Ficha de Inscrição e entregando ate dia 8 de Novembro na Câmara Municipal - Gabinete da Vereadora da Educação/Acção Social/Saúde ou enviando para o mail: ver.educacao.social@cm-fundao.pt

Algo que não esta certo

Pai dos escuteiros traiu promessa
11 Dezembro 2009


Documentos provam que Lord Baden-Powell executou guerreiro que jurara poupar durante a guerra em África.
Baden-Powell, fundador dos escuteiros, dedicou parte da sua vida a ensinar os jovens a nunca quebrar uma promessa. Por isso a descoberta, esta semana, de que executou um guerreiro africano que antes prometera poupar está a causar indignação no Reino Unido.
Documentos vendidos ontem em leilão por 3740 libras (4100 euros) - mais do dobro do que o previsto - deixam claro que o coronel do Exército britânico traiu a sua palavra durante a guerra.
A história remonta a 1896, três anos antes do cerco de Mafeking, na Guerra dos Boers, que fez de Baden-Powell um herói. Dias depois de uma revolta de negros que massacraram 300 colonos britânicos, no que é hoje o Zimbabwe, o coronel cercou o chefe dos guerreiros com mais de 350 soldados.
Uwini, de seu nome, dizia que tinha poderes mágicos que o protegiam das balas, mas quando prometeram poupar-lhe a vida em troca da rendição não hesitou. As autoridades civis pediram que ele fosse entregue para ser preso. Baden, que fundaria os escuteiros 11 anos depois, recusou e mandou-o executar com o argumento de que ameaçava os britânicos.
Robin Clay, neto de Baden- -Powell, desculpou-o no Times: "Todos cometemos erros. Na guerra as emoções estão ao rubro. Faz--se o que se pensa estar certo."

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Abertura do ano escutista

Foi no passado dia 9 deste mês que, déramos abertura do ano escutista. E também as boas-vindos aos novos elementos.
Houve, uma grande animação pois houve, vários elementos que passaram de secção, dando algum sangue novo as respectivas secções.
Já ao nível da organização de chefias, ficou assim :
Chefe de agrupamento-Chefe Luís Clemente
Sub.chefe de agrupamento-Chefe Gonçalo Salvado
Secretaria-chefe Tânia costa
Tesoureiro-Chefe Helena de Brito
Encarregado de material-Chefe Paulo Salvado
Fardamento-Chefe Helena de Brito

Responsáveis pelas secções:

Lobitos(I-secção)
AQUELA-Chefe Gina;
Candidata a dirigente Mafalda;
Candidato a dirigente Ricardo Silva;

Exploradores(II-secção)

Chefe de unidade Helena de Brito;
Chefe Gonçalo Salvado;
Candidato a dirigente Ricardo Reis

Pioneiros(III-secção)

Chefe de unidade Paulo Salvado;
Caminheiro Luís clemente(beto);
Candidata a dirigente Marcia Salvado


O bom escuteiro deseja a todos eles uma boa caçada, e que o ano escutista corra bem

domingo, 10 de outubro de 2010

Baden-Powell e o projecto educativo do Escutismo



Naquela que é considerada a melhor, a mais completa e polémica obra sobre Baden-Powell (Baden-Powell, Founder of Boy Scouts. New Haven and London: Yale University Press, 2001), o seu autor, Tim Jeal, declara que ao escrevê-la procurou “fazer justiça a um complexo, fascinante e por vezes perturbado homem que fez a única e benéfica contribuição para a história do século vinte que ainda não recebeu o reconhecimento que merece”. Neste sentido, por exemplo, basta um pequeno esforço de pesquisa para constatarmos o reduzido estatuto académico e investigativo do Escutismo, assim como a ausência do pensamento educacional Baden-Powell (B.-P.) no quadro dos grandes educadores contemporâneos. E no entanto, a sua obra alcançou uma projecção admirável: estima-se que ao longo de um século (1907-2007) tenham passado pelas fileiras do movimento escutista mais de 500 milhões de crianças, jovens e adultos, contando actualmente com 28 milhões de membros espalhados por 216 países e territórios. Numa altura em que se supõe vivermos numa era de globalização, em que se contrabalançam quotidianamente os benefícios e os malefícios deste processo económico, político, cultural, constatar esta expressão global do movimento escutista remete-nos, inevitavelmente, para a realização do sonho do fundador, isto é, para o papel do escutismo na formação de “bons cidadãos” e no desenvolvimento da ideia de uma fraternidade mundial. Tal como vincou o Director-Geral da UNESCO, Frederico Mayor, em 1995, o movimento escutista “constitui uma das maiores redes multiculturais e multiconfessionais para a educação e para a acção dos jovens no desenvolvimento de uma cultura da paz, da tolerância e da solidariedade”. Num ano em que se comemora o centenário deste movimento e simultaneamente os cento e cinquenta anos do nascimento de B.-P., a atribuição do prémio Nobel da Paz ao escutismo em 2007 constituiria, certamente, a melhor forma de se reconhecer esta aventura educativa e cidadã em prol da humanidade.
Quando no verão de 1907 B.-P. organizou e dirigiu um acampamento experimental na Ilha de Brownsea (de 15 de Julho a 9 de Agosto), com a presença de 20 rapazes de várias proveniências sociais e onde pôs à prova as suas ideias educacionais, certamente estaria longe de imaginar que esta experiência viesse a constituir um marco fundacional de um movimento que nos tempos subsequentes se desenvolveu em grande escala. Não foi propriamente o impacto na opinião pública deste acampamento bem sucedido que despoletou o nascimento do escutismo, mas fundamentalmente a publicação, em Janeiro de 1908, de uma obra intitulada Scouting for Boys, inicialmente dada à estampa em seis fascículos quinzenais, mas prontamente republicada (em Maio do mesmo ano), sob a forma de livro, atendendo às suas extraordinárias vendas e aos efeitos multiplicadores que as propostas de B.-P. tinham gerado entre os jovens.
O sucesso editorial desta obra (que foi provavelmente, de acordo com Tim Jeal (2001: 396), o livro mais vendido no século XX a seguir à Bíblia) e que se traduziu na organização espontânea de grupos de jovens que prontamente se autodenominaram de Scouts, assentou, por assim dizer, numa mensagem fortemente enraizada no imaginário juvenil; e o facto de o escutismo se instituir como efeito não previsto desta publicação, não só vem revelar o carácter inovador das propostas de B.-P., ao proporcionar aos rapazes (e às raparigas posteriormente, a partir de 1909) uma oportunidade de se desenvolverem como cidadãos responsáveis na acção e pela acção, como igualmente vem sublinhar a possibilidade dos jovens também se poderem transformar em sujeitos da sua própria educação. A própria capa do primeiro fascículo do Scouting for Boys, apesar de não ser desenhada por B.-P., revelava por si só o significado (educativo) de um rapaz se tornar um Scout. Na interpretação de Tim Jeal (p. 390), “Ele [John Hassall] desenhou um rapaz escondido por detrás de um rochedo com a sua vara de escuteiro e o seu chapéu de aba larga (stetson hat) procurando observar um distante grupo de contrabandistas que desembarcava de um misterioso navio. A implicação era clara: ao tornar-se escuteiro o rapaz não só leria aventuras como também faria parte delas”.
O mote para o prefácio ao primeiro Scout Handbook do “Escutismo para Rapazes” (1908) foi a preocupação de B.-P em tentar compreender porque razão os mais entusiastas consideravam o escutismo uma “revolução na educação”. Embora inicialmente relutante na aceitação desta ideia, o que é certo é que volvidos alguns parágrafos, e perante a elucidação das especificidades do movimento, este autor tende a admiti-la. Mas o que nos interessa realçar nesse prefácio, para além dos objectivos da educação escutista ali bem explicitados, é que podemos vislumbrar nesse texto o prelúdio da actual educação não-formal, essencialmente no que respeita à representação de incompletude que se cristaliza na relação escola-sociedade. As suas propostas educativas, que apelavam à realização de actividades de ar livre como contexto de excelência do escutismo, não raras vezes se confrontaram com o modelo da educação escolar, tornando-se inevitável não só a crítica às lógicas de funcionamento desta instituição e ao tipo de cidadão que ela promovia, como igualmente se desenvolveram na procura de um espaço de afirmação no campo mais vasto da educação. Assim, ao sublinhar a importância das actividades recreativas do escutismo como “apoio prático à educação”, B.-P., no referido prefácio, sugeria que “ele poderia ser visto como complemento à formação escolar, e preencher certas lacunas inevitáveis no currículo escolar. É, em breves palavras, uma escola de cidadania através da experiência ao ar livre”.
Apresentando-se como complementar à escola, o escutismo instituiu, por assim dizer, uma das concepções que na actualidade tendem a caracterizar a educação não-formal/não-escolar. Contudo, B.-P. fez questão de marcar as diferenças educativas entre o escutismo e a escola, situando os objectivos do movimento num plano mais prático e experiencial: “procuramos ensinar os rapazes a viver, não apenas como construir a vida”. A sua grande preocupação era deslocar o enfoque educativo de uma esfera mais individualista, competitiva, materialista, entre outros valores mais próximos do ethos da escola, para uma esfera mais social e colectiva, pautada pelo serviço aos outros.
Empenhado no desenvolvimento do “civismo activo”, B.-P. preconizava uma educação escutista assente em quatro dimensões: o carácter, a saúde e a força, a habilidade manual, o serviço ao próximo. E a pedra de toque da metodologia escutista, na qual e pela qual se dava expressão àquelas dimensões, foi a que consagrou o sistema de patrulhas, isto é, um sistema que mostra “a cada rapaz a sua responsabilidade pessoal no bem da patrulha e leva cada patrulha a reconhecer que tem responsabilidade bem definida no progresso de todo o Grupo. Por meio do sistema de patrulhas, os escuteiros vêm a reconhecer que têm voz activa em tudo quanto o seu Grupo faz” (B.-P., Escutismo Para Rapazes, 1977, p.32). Sabendo que os rapazes (os jovens em geral) tendem naturalmente a agrupar-se, B.-P. vislumbrou nestes “grupos fraternais” e na sua forma de organização e de liderança uma possibilidade inesgotável de educação e de aprendizagem. Aos jovens faltava dar-lhes “um uniforme vistoso e equipamento”, falar-lhes “à imaginação e ao sentido romântico” e lançá-los “na vida activa do ar livre” (B.-P., Auxiliar do Chefe Escuta, 1976, p.36). No fundo, a atribuição de responsabilidades no seio da patrulha, o espírito de colaboração e de cooperação que emergia nos jogos, nas actividades e nos vários cenários de interacção escutista, orientados para a consecução de objectivos comuns e partilhados, prefiguravam-se, por conseguinte, como valiosos contributos para a realização da aprendizagem dos sentidos da Democracia e da experiência da cidadania democrática.
E isto invoca uma outra especificidade educativa bem patente no seguinte princípio motriz do escutismo: “estudam[-se] as ideias do rapaz, que é instigado a EDUCAR-SE A SI PRÓPRIO em vez de ser instruído” (Ibid., p.36; Maiúsculas e itálico no original). Para além de se enfatizar neste excerto a perspectiva da auto-educação, não menos importante se torna neste processo encontrar um perfil de chefe-escuta (dirigente) consentâneo com o cariz do movimento. Para o fundador do escutismo este scoutmastership teria “de ser apenas um homem-rapaz” (Ibid., 15), o que invalida desde logo quaisquer conotações com o modelo do professor, ou com as estratégias de ensino por este tradicionalmente seguidas. Aliás, encontrámos com frequência nos trabalhos deste autor uma crítica cerrada às lógicas do ensino, ao funcionamento da própria escola, ao antagonismo dos papéis e dos interesses dos professores e dos alunos, sendo também recorrente a distinção entre instrução e educação: a primeira, define-a como “o método de inculcar e martelar conhecimentos no rapaz”; a segunda, como “o método de ‘puxar’ por cada rapaz individualmente e dar-lhe a ambição e a disposição de aprender por si mesmo” (aspas no original). Donde, para o escutismo, B.-P. preferiu inequivocamente esta última opção.
É certo que a apologia que este antigo general faz da auto-educação revela sobretudo a sua preocupação com a incapacidade da escola na educação cívica dos rapazes, já que esta instituição estaria mais voltada para a tarefa de ensinar a aprender. A conclusão da educação do rapaz, para assumir os papéis do (homem) adulto, passaria pela sua predisposição para se educar a si mesmo, tendo em vista a sua preparação para assumir as responsabilidades da futura profissão, “de futuro pai de filhos [e] de cidadão e guia de outros homens” (B.-P., 1974: p. 27). À escola caberia, no entanto, o primeiro impulso neste processo: “o êxito ou o fracasso dependem, em grande parte, do teu próprio esforço. Aqueles que aproveitam os conhecimentos escolares para completarem a sua educação são os que triunfam. E é neste ponto que os livros e as conferências te podem valer de muito” (Ibid., p.167).
Pensamos que fica bem clara a actualidade do pensamento educativo de Baden-Powell. Ao movimento escutista compete, tão-somente, preservar e desenvolver a matriz educacional preconizada pelo fundador, o que nem sempre tem sido conseguido. Muitas das propostas e actividades supostamente inovadoras e que nos são apresentadas por diversas organizações educativas, ambientais, de lazer e aventura, e mesmo empresariais, revelam muito daquilo a que nos habituamos a ver há muito tempo no escutismo. E quando se descobre que em muitas ideias e projectos o escutismo esteve na vanguarda de uma educação cidadã, verificamos que, por vezes, se caiu na tentação de mimetizar aquilo que outrora já lhe foi familiar e, nalguns casos, pertenceu. Numa altura em que sobe de tom a crítica à instituição escolar e em que a ideologia da aprendizagem ao longo da vida tende a sedimentar a individualização dos percursos educativos, seria bom não deixar Baden-Powell esquecido entre os que defenderam a cidadania como um bem colectivo. Cabe ao escutismo actualizar este desafio

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

como posso entrar para o cne??


Entrar para o CNE


Entrar para o CNE é fácil. Com mais de 1000 agrupamentos espalhados por todo o país, é muito provável que exista um perto de si. Se não sabe a localização ou o contacto do agrupamento mais perto de si, poderá obter essa informação junto dos nossos Serviços Centrais ou efectuar uma procura na sua zona.


Quotização

Cada escuteiro terá de pagar uma quota anual que engloba os custos com o seguro escutista e com o funcionamento do Corpo Nacional de Escutas (CNE) aos seus diversos níveis (nacional,regional ou de núcleo). Numa organização com cerca de 70.000 membros, as despesas com a administração e com a animação e formação dos recursos adultos são substanciais. Em média, o valor da quota anual, destinada aos níveis atrás indicados ronda os 10 euros.

Cada agrupamento do CNE tem o seu próprio orçamento e como tal pode decidir o montante e o modo de cobrança da sua quota anual, motivo pelo qual deverá questionar previamente, a este respeito, a chefia do agrupamento a que se quer aderir.

Uniforme

Logo que faça a sua promessa, o escuteiro necessitará do seu uniforme, o qual poderá ser adquirido em qualquer das lojas escutistas que compõem o Depósito de Material e Fardamento do CNE. Em média, um uniforme novo completo custa em cerca de 45 euros.

Equipamento

O agrupamento local é normalmente proprietário ou, pelo menos tem acesso a um vasto leque de dispendiosos materiais de acampamento ou de aventura, tais como tendas, cordas, equipamento de cozinha ou até mesmo canoas ou barcos. O custo destes equipamentos é normalmente suportado através de patrocínios ou de campanhas de angariação de fundos. Quando a sua filha ou o seu filho entrar para o escutismo, poderá beneficiar do esforço que o agrupamento realiza ao longo dos anos para adquirir estes recursos.

Equipamento Pessoal

Eventualmente, o seu filho terá de adquirir algum equipamento pessoal, como por exemplo, uma marmita, um saco cama, uma mochila, um colchonete, etc. Á medida que vai crescendo e progredindo na sua vida escutista, o seu filho vai querer outros tipos de equipamento. Apesar disso, não é necessário comprar todo o material de uma vez, podendo aproveitar estas ideias para prendas de aniversário ou de Natal.

Vale sempre a pena comprar material de boa qualidade, que dure muito tempo e que se mantenha adequado durante vários anos. Procure o conselho do Chefe de Unidade ou visite as nossas lojas escutistas, cujos funcionários têm a experiência necessária para o ajudar a escolher o material mais adequado.

Em resumo …

Em resumo, o Escutismo tem um custo associado, assim como tudo neste mundo, mas pode ter a certeza que não precisa de comprar tudo já amanhã.

Apesar disso, se tiver problemas em suportar o custo associado ao Escutismo, não hesite em contactar o Chefe de Agrupamento ou de Unidade que o ajudarão a encontrar os meios para ultrapassar essa limitação.

O mais importante é o seu apoio à sua filha ou ao seu filho ao longo da sua vida escutista, não apenas com dinheiro mas sobretudo com carinho e encorajamento. É importante falar regularmente com o Chefe de Unidade da sua filha ou do seu filho e ainda com outros pais de crianças na unidade. Não se surpreendam se nós pedirmos a vossa ajuda para a organização de várias actividades ao longo do ano, uma vez que não sobreviveremos sem o vosso auxílio.

Ja voltaramos

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

"TODOS PELA MARIANA"

Vai-se realizar nos dias 11 e 12 de Setembro no recinto de festas do Carvalhal-Valverde uma festa de angariação de fundos para a Mariana São Pedro.
No Sábado haverá Paintball, Fanfarra dos Escuteiros,Rancho Folclorico de Valverde, Os DRT, Jerónimo e os Cro Magnon e DJ Justice.
No Domingo caminhada matinal com almoço convívio, Contradições, Bombos de Valverde.
Estará montado no recinto um parque de Insufláveis e Quermesse.
Apareçam e divirtam-se

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Trailer "Funeral In The Rain"

É mais um bom filme portugues, que nunca ira chegar a todoas as salas de cimena, porque é uma produção independente e sem grandes apoios.
Quanda sera que a industria que promove o cimena deixa de apoiar grandes fiascos de origem americana e comeca a apostar nestas produçóes.